DAEV - Departamento de Águas e Esgoto de Valinhos

Represas municipais estão longe de recuperar seus níveis; vazão está 50,82% abaixo da média no Rio Atibaia

Vista aérea do ponto de captação de Valinhos no Rio Atibaia (Crédito: Nilo Fellipin/DPOF)

O Departamento de Águas e Esgotos de Valinhos (DAEV) informa nesta quinta-feira, 25 de novembro de 2021, os percentuais de reservação de água bruta em seus mananciais internos e a vazão identificada às 7 horas da manhã no Rio Atibaia, no ponto de captação de Valinhos (PS7). Os dados são da Sala de Situação do PCJ e, também, do Departamento de Operações da autarquia municipal.

No Rio Atibaia – que é a maior fonte de captação de água bruta da cidade – a vazão identificada hoje foi de 9,28m³/s, isto é, 50,82% abaixo da média histórica de novembro, que é de 18,86m³/s. Em relação à mesma data de 2020, a vazão está 3,45% abaixo. Já o nível do rio no PS7 estava, nesta quinta-feira (25), com 0,87m, ou seja, 24,38% a menos do que o esperado para essa época do ano, que é de 1,15m. O volume útil do Sistema Cantareira está hoje em 26,30%, operando com restrições.

Em relação aos mananciais internos, a João Antunes do Santos opera com 8% de sua capacidade, enquanto que a das Figueiras está operando com 13% da capacidade. A Moinho Velho está operando com 19% da capacidade e a Santana dos Cuiabanos está com 32% da capacidade.

Nos sistemas isolados a diminuta recarga dos lençóis freáticos, somada à falta de chuvas e à baixíssima disponibilidade hídrica durante o período de estiagem, também continua a causar a baixa de operação. O índice pluviométrico (chuvas) também continua bem longe do ideal. Dos 154,82mm que são esperados para novembro somente choveu o acumulado de 84,2mm, o que corresponde a 54,40% do esperado.

Valinhos tem como modais de abastecimento o Rio Atibaia (50,6% da água distribuída na cidade), as represas internas (38,7% da água distribuída na cidade) e os sistemas isolados (10,7% da água consumida no município).

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